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Lançamento | Lô Borges: Dínamo

“Dínamo” é o nome do mais novo álbum de Lô Borges, lançado hoje (06/03). Em um fluxo criativo bem alto, este é o sexto trabalho de inéditas que Lô lança desde 2003. No ano passado, o músico lançou “Rio da Lua”, que contava com letras do também mineiro Nelson Angelo. Neste disco o parceiro é outro: o poeta, compositor e violonista piauiense Makely Oliveira Soares Gomes, conhecido artisticamente como Makely Ka.
Foto divulgação por Pedro David

Dínamo” é o nome do mais novo álbum de Lô Borges, lançado hoje (06/03). Em um fluxo criativo bem alto, este é o sexto trabalho de inéditas que Lô lança desde 2003. No ano passado, o músico lançou “Rio da Lua”, que contava com letras do também mineiro Nelson Angelo. Neste disco o parceiro é outro: o poeta, compositor e violonista piauiense Makely Oliveira Soares Gomes, conhecido artisticamente como Makely Ka.

A parceria entre Makely e Lô começou, curiosamente, no primeiro dia da turnê do disco anterior do mineiro:

“Sempre nos admiramos mutuamente mas sem nos conhecermos. Um dia, então, Makely Ka entrou em contato comigo após ouvir uma entrevista minha no rádio e convidei-o para o show de lançamento do álbum. No próprio teatro, durante a apresentação, ele escreveu a primeira letra de ‘Dínamo’”, comentou Lô sobre o começo da parceria.

Capa do Disco

A canção-título traz parceria com outro mineiro: Samuel Rosa. Não é de hoje que os amigos se juntam para fazer composições e gravar novas músicas. Em 2016 isso até rendeu um disco ao vivo gravado no Cine Theatro Brasil, em Belo Horizonte, contando com 14 faixas que percorriam o repertório de carreira dos dois artistas.

“Eu queria a participação de alguém comigo nessa faixa, que é descritiva, de uma viagem. Eu e Samuel temos, sei lá, quase 80 shows juntos. Temos o CD e DVD gravados há três anos e ele é meu parceiro desde 1999. Um cara querido. Eu achei que ele se encaixaria bem no contexto dessa letra”, diz Lô.

Dínamo” é um disco leve, você deixa rolar e é só relaxar. Para quem é fã do trabalho de Lô Borges é um prato cheio, mostrando que o mineiro não perdeu a mão nas composições. Além da faixa-título, outra música que é destaque é “Altajuda”, que fala sobre a vida, sobre muitas vezes estar triste e mesmo assim seguir em frente mesmo sem saber o caminho. “O Caos da Cidade”, que fecha o álbum, é uma ambientação sobre estar perdido, sobre saudade, sobre procurar um chão, sobre permanecer pleno mesmo meio a tanta desordem.

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